Rota – Rio Lis

TURISMO

RIO LIS

O Rio Lis é um rio português que nasce junto da povoação das Fontes, dois quilómetros e meio a Sul da freguesia de Cortes, pertencente ao distrito e concelho da cidade de Leiria. A cidade de Leiria é banhada pelas suas águas, que se juntam às do Rio Lena. A parte inicial do seu percurso é feita no sentido Sul-Norte, acabando, nos seus quilómetros finais, por ter o sentido Este-Oeste. O rio surge numa zona calcária, passa pelas Cortes e intersecta a cidade de Leiria, com as margens quase todas ocupadas por jardins e percursos pedestres. No seu troço intermédio, depois do rio passar pela malha urbana, formam-se planícies aluvionares, às quais se deu o nome de Campos do Lis.

MUSEU

MOINHO DO PAPEL

É o primeiro moinho de papel conhecido em Portugal e a primeira fábrica da cidade, no qual se fabricaram as primeiras folhas à base de celulose. A existência do moinho de papel na cidade terá influenciado o facto de Leiria ter sido uma das primeiras cidades portuguesas a ter uma tipografia, da qual sairia em 1496 um dos primeiros livros impressos do país. Estudos recentes apontam que o moinho de papel foi construído sobre uma estrutura preexistente, possivelmente do século XIII, primeiramente dedicado à moagem de cereais. No século XVI o moinho passou a ser parte dos bens do Convento de Santo Agostinho de Leiria e serviu para abastecimento de água do convento e do Antigo Quartel Militar. Ao longo do século XX o moinho retornou à moagem de cereais. O espaço também já funcionou como lagar de azeite.

Horário: Abril a setembro: Segunda a sexta: 09h30 – 12h00 | 14h30-17h00. Fim-de-semana e feriados: 09h30 – 18h00 | Outubro a março: Segunda a sexta: 09h30 – 12h00 | 14h30-17h00. Sábado: 14h00 – 17h30

TURISMO

CORTES

A povoação das Cortes é uma das mais antigas do termo de Leiria. As primeiras referências documentais, até hoje conhecidas, surgem por volta de 1250 num pergaminho em que os templários (de Tomar) registaram as suas propriedades existentes no termo de Leiria. O Rio Lis, que nasce nas Fontes, é a alma viva desta terra, irrigando as suas terras e inspirando várias gerações de poetas. Como ex-libris das Cortes ficou a nora de tirar água, com os seus alcatruzes e andamento amodorrado, figurando como motivo central do brasão local. A paisagem é revestida essencialmente de vinhedos, pomares e mata de pinhais.
A nascente fica o miradouro serrano em frente à capela de Nossa Senhora do Monte.